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MELASMA

RAQUEL CAETANO COLOGNI

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Mesmo não cancerígeno, pode causar danos irreversíveis à pele se não tratado corretamente

Melasma é o surgimento de manchas escuras na pele, que normalmente aparecem no rosto, mas podem ocorrer também no pescoço, colo e braços. Está relacionado à exposição solar, lâmpadas fluorescentes, computadores e ou celulares. Mais comum em mulheres, entre os vinte e cinquenta anos, também pode afetar os homens. Quando surgem na gravidez as manchas são chamadas de cloasma gravídico.

Tipos
Epidérmico:
depósito aumentado de pigmento através da epiderme – camada mais superficial;
Dérmico: depósito de melanina ao redor dos vasos superficiais e profundos;
Misto: excesso de pigmento na epiderme, na derme, ou outras regiões;

Há três tipos comuns de padrão facial de melasma: o malar/maçãs do rosto, o centro-facial/testa, bochechas, acima do lábio, nariz e queixo, e, o mandibular.


Causas
O uso de anticoncepcional, corticóides, antidepressivos, fatores hormonais, predisposição genética, algumas doenças, como as hepáticas, gravidez, terapia imunodepressora, anabolizantes, entre outras. Mas a maior parte das pessoas com melasma possui um histórico de exposição diária ou prolongada à radiação. Até o calor e o mormaço auxiliam no processo de escurecimento.


Diagnóstico Diferencial

Caso apareçam manchas na região do rosto, ou pescoço, a pessoa deve procurar imediatamente um especialista. O melasma tende a se tornar cada vez mais persistente e profundo. Às vezes pessoas com lúpus são diagnosticadas com melasma, e isso é um erro gravíssimo. O melasma não é cancerígeno, mas a falta de cuidado pode piorar a inflamação, levando a replicação errônea do DNA e consequentemente a danos irreversíveis na pele.
Em média uma consulta demora entre sessenta e noventa minutos, para levantar minuciosamente as causas, fazer um diagnóstico preciso, oferecer orientação e tratamento correto.
Na consulta todas as dúvidas do paciente devem ser esclarecidas. O ideal é levar tudo anotado.
O aparelho Reveal e a luz negra Wood ajudam de forma muito significativa no diagnóstico. São raros os casos onde é necessário uma biópsia para identificar o tipo da mancha.

Tratamento e cuidados
Existem inúmeros tratamentos, mas eles variam conforme a sensibilidade da pele, hábitos de vida do paciente, resistência e tempo da mancha, em todos os casos precisa-se de proteção contra os raios ultravioleta diretos, indiretos e luz visível. Mesmo na sombra o uso de protetor solar fotoestável é obrigatório, deve ser reaplicado a cada duas horas. Abusar de chapéu, viseira, óculos escuros, assim como cosméticos de uso diário para tratar e prevenir. É importante a conscientização de que o melasma não tem cura, e a manutenção do tratamento é continua.


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RAQUEL CAETANO COLOGNI
Cosmetóloga e Esteticista pela Universidade Anhembi Morumbi.


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