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Iridologia

WILIERS ULISSES MELO DA SILVA

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A perfeição da íris e sua representatividade diagnóstica

A observação das alterações nos olhos e nas estruturas associadas existe desde que os homens se olham uns para os outros. A primeira publicação nos tempos modernos sobre os sinais na íris e seu significado diagnóstico, foi de Phillipus Meyen, em 1670.

Depois, e mais recentemente, a técnica da olho-diagnose, segundo Péczely, encontra referência na hipótese da "historinha da coruja". Segundo os relatos, o jovem Ignaz, observador, quebrou a perna de uma coruja, acidentalmente, e cuidando dela, logo observou o surgimento de um risco escuro na íris dos grandes olhos do pássaro, no local que ficou parametrizado como o correspondente à perna. A este fato deve-se o nascimento dos estudos da irisdiagnose1.
A íris é um universo, e quanto mais se souber a respeito deste universo, maior a aplicabilidade da iridologia - irisdiagnose. Este universo é identificável e inteligível, através da íris, que retrata talvez o mais perfeito microssistema que existe, encontramos como em nenhum outro método informações únicas e ímpares de cada indivíduo1.

A iridologia dos dias atuais exige a análise do olho inteiro, como numa pesquisa de uma área diagnosticável com suas distintas representatividades. Somente sobre este prisma é que o olho do paciente pode e deve ser plenamente explorado, para que se tenha de fato algum significado enquanto diagnóstico. Por esse caminho pode-se diagnosticar a presença tanto de sintomas físicos quanto emocionais, e pode-se oferecer ao paciente um caminho a se seguir.

Analisando as minúcias da íris podem ser reconhecidos quatro padrões básicos de íris, simbolicamente descritos como tipo Flor, Jóia, Corrente, e, Agitador – o Ponta de Lança. São padrões que se assemelham às estruturas encontradas na natureza. O tipo Flor, um habitante sazonal e temporário numa campina, atrai por sua beleza e frescor. O Jóia, como uma gema preciosa, que se define por um processo de compactação que refina e comprime o material até sua forma cristalina final. Já o tipo Corrente é representado pela água, que em tudo penetra e faz parte de tudo. E o Agitador o que dá forma e vida as coisas. Esses quatro padrões são símbolos de toda uma eternidade2.


Fontes:
1. LINDEMANN, Gunther - Manual de Iridologia;
2. JOHNSON, Denny - O Olho Revela.

 

wilier 

Wiliers Ulisses Melo da Silva
CRT 34237
Naturopata e Acupunturista; Ortomolecular Natural, Iridologia, Eletroterapia para tratamento de dores e fortalecimento muscular; Laserterapia para processos inflamatórios e estético; Acupuntura com e sem agulha.


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