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EU REALMENTE ME CONHEÇO?

Emanuele Mendes

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Buscando a tão sonhada liberdade – parte II

Sabemos que não é fácil aceitar e assumir que somos os responsáveis pela nossa vida e que tudo o que fazemos tem uma consequência, positiva ou negativa.
Na matéria anterior, discorremos sobre as dificuldades de mudar e aceitar tais mudanças. Ocorre que nossa vida é um constante aprendizado e o tempo é nosso maior aliado.
Vivemos dando desculpas onde não temos tempo para nada. E realmente está tudo muito corrido, mas, será que estamos usando esse tempo a nosso favor? Ele é um amigo ou é inimigo nesse essencial processo de autoconhecimento, da busca por si?
É necessário estarmos emocionalmente amadurecidos para opor-nos frente pessoas, frente ideias e adversidades do dia a dia. Por óbvio que demanda tempo e que o processo varia de pessoa para pessoa, afinal cada ser se pensa único, possui sua individualidade e necessidades, de forma que o se conhecer ou o dispor de si mesmo é adquirido com psicoterapia e essa não tem tempo determinado - vai depender do quanto de disposição do indivíduo em querer se reconhecer de fato.
É de extrema importância relembrar os conceitos que construímos para compreendermos nosso comportamento. Os conceitos de hoje têm uma base ou na família, ou no social, na criação. Nunca é tarde para enxergar o que nos incomoda e aprender a lidar com isso, lembrando que é através das nossas raízes – aprendizados enraizados - que vamos vivenciar todas as coisas, vamos ensinar nossos filhos. Resumindo, “se você não aprendeu como dar carinho, como vai querer cobrar carinho de alguém?”. Tomar consciência e reconhecer isso nem sempre é um processo agradável - cabe a cada um decidir o que quer como prioridade. Posso escolher ser alienado ou manipulado pelas pessoas, por mim mesmo, pela sociedade, ou posso então escolher realizar minhas próprias opções, de maneira madura, consciente e até inconsequente, afinal todos nascemos livres, e exercer liberdade é um dom - na dinâmica da vida aprendemos ou desaprendemos a lidar com ela.
Dessa forma, a psicoterapia tem o papel de auxiliar nessa busca, nesse processo de autoconhecimento e ajudar a rever valores, princípios e tomadas de decisões. A psicoterapeuta junto com o seu paciente irá criar opções e manejos para lidar com as desventuras e obstáculos. “Tornar-se pessoa é uma aventura constante de busca, e o resultado dessa busca é a disposição de si. ” Melo (2013). Como profissional podemos ajudar, mas, é certo que a maior ajuda tem que emergir de quem deseja mudança. Você realmente é livre?


emanuele bio

EMANUELE MENDES
CRP 06/109101
Terapia Cognitivo Comportamental
Crianças | Adolescentes | Adultos
Pós-graduada e Especialista em Orientação Profissional; Testes em Orientração Profissional; Especialista em Terapia Infantil; Aplicação de testes WISC e WAIS; Auriculoterapia Francesa


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