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Muitas pessoas sofrem com o companheiro ciumento. Como olhar para essa situação?

Danielle Emboaba

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Por trás dos maiores conflitos por que passam os casais está o ciúme. O ciúme é algo universal e multicultural. As dúvidas sobre ele também. O ciúme é “normal” ou “patológico”?

Entre homens e mulheres, quem é o mais ciumento? Como ajudar o parceiro ciumento? E um relacionamento cheio de ciúme? Pesquisas apontam que o ciúme é, em regra, um mal que atinge aproximados 95% dos casais – sem falar no ciúme de entre irmãos!
A diferença entre o ciúme “normal” e o “patológico” está na dimensão e intensidade. O patológico ultrapassa limites, ultrapassa o bom senso – e até as regras sociais em si. Não da para afirmar quem é mais ciumento. As mulheres têm uma forma peculiar e mais espontânea de se manifestar sobre o assunto. Os homens, são mais explosivos, pouco discretos. A convivência pede de ambos uma reflexão sobre o tema.
É necessário olhar para e relação e quantificar o quanto o ciúme atinge o casal, a convivência com os seus, os riscos e prejuízos nessa relação. O ciumento não deve ser interpretado como “loucura” ou algo semelhante. Ciúme exacerbado é uma doença e muitas vezes quem sofre dela sente-se chateado pelas atitudes que dai discorrem. O ciúme não tem relação com o caráter da pessoa. Assim, sem criticar a pessoa, apenas falando do ciúme, devemos apontar nas situações ocorridas o que passou dos limites. Que a sequência delas prejudica a relação, o viver bem e melhor. A terapia de casal ou a individual vai ajudar a pessoa a se libertar dessa forma ruim de ver o outro.

 

Danielle Emboaba
CRP 06/111898
Psicóloga clínica
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