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PROBLEMAS? QUAL O NÍVEL DE RELEVÂNCIA QUE VOCÊ DÁ A ELES?

Emanuele Mendes

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Quem nunca teve que resolver um conflito, tomar uma decisão, rever suas ações, mudar seu comportamento?

Tudo isso está no nosso cotidiano, e muitas vezes é considerado um problema, porque rouba tempo para ser resolvido, vem acompanhado de emoções desagradáveis e gera angústia relativamente grande.  
Quando não sabemos explicar o que sentimos e o que está acontecendo com a gente, significa que não estamos reconhecendo as nossas emoções, que nosso autoconhecimento não é suficiente. E se desencadeia uma grande confusão de sentimentos, a famosa angústia mencionada por tantas pessoas, conhecida pelo aperto no peito, pela falta de ar, tontura, dores de cabeça, enjoo, dores de barriga, tremores, tensão muscular. É um grande desconforto, vira um problema para muitos.   
E tudo se inicia quando um fato, uma situação vem acompanhados de uma não compreensão das emoções sentidas naquele momento. Por exemplo, um amigo diz que você está distante, e, ao invés de sentar e conversar com o amigo você pensa: “tem algo de errado acontecendo”. Você abriu a porta para as emoções: o medo gera insegurança, desencadeando ansiedade e esta por sua vez faz com que você fique acelerado causando um grande desconforto, assim, desencadeando uma preocupação. Daí você pode parar para resolver o problema, ou, ficar tão focado no desconforto das emoções geradas, nos pensamentos e suas somatizações que o excesso dessas emoções irão levar você ao desespero, que vira um transtorno, um sinal de alerta de que você não conseguiu se entender e resolver – você “não está vendo a luz ou saída no final do túnel”.    
Sempre teremos um desencadear, se os pensamentos e emoções forem desagradáveis com certeza o resultado será disfuncional, negativo. Você pode paralisar e ficar remoendo esses pensamentos, achando que seu amigo não gosta mais de você, ou, pode iniciar uma discussão, iniciar outras tantas ações possíveis em busca de outro resultado.   
Dizemos que é um transtorno quando, uma vez interpretando tudo como problema, a pessoa não consegue fazer uma coisa simples de forma leve e saudável, há sempre um grande conflito mental, emocional, a ponto de adoecer, com depressão, transtorno obsessivo compulsivo, transtornos de humor e ansiedade - entre outros.   
Junto de um psicoterapeuta devemos rever nossas ações, decisões, pensamentos e sentimentos. Temos o poder de nos curar, mas também podemos nos matar. As escolhas que fazemos é de total responsabilidade nossa. Você pode se ajudar ou simplesmente se conformar.

EMANUELE MENDES CRP 06/109101
Terapia Cognitivo Comportamental
Crianças | Adolescentes | Adultos
Pós-Graduada e Especialista em Orientação Profissional; Testes em Orientação Profissional; Especialista em Terapia Infantil; Aplicação de testes WISC e WAIS; Auriculoterapia Francesa


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Emanuele Mendes psicóloga
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