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Cuide do seu cérebro sem impor riscos à sua saúde

LETÍCIA MACIEL E BÁRBARA ROCHA

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Existem muitos recursos para turbinar neurônios e aumentar o potencial cognitivo. A ginástica cerebral é uma prática saudável e sem efeitos colaterais

BBC acaba de divulgar uma notícia sobre um aparelho que estimula o cérebro com choques e pode ser comprado pela internet. No entanto, a técnica está preocupando médicos porque pode causar ataques epiléticos e alterar o humor. Mas, já existem recursos que podem potencializar a capacidade cognitiva - sem efeitos colaterais.
O cérebro se tornou o centro das atenções no século 21. No Brasil, não por acaso, a primeira rede de academias para o cérebro já possui 130 unidades.
Jogos de tabuleiro, exercícios de lógica, jogos virtuais, dinâmicas em grupo, vídeos motivacionais, estudo de idiomas e até medicação são algumas das formas de colocar o cérebro em movimento e ativar neurônios adormecidos, aumentando a capacidade de aprendizado, resolução de problemas, relacionamento e autoestima.
Segundo a matéria da BBC publicada pelo portal G, “Pesquisas preliminares indicam que estímulos elétricos podem aumentar a capacidade de atenção e ajudar pessoas com problemas de cognição e depressão”.
Estamos sendo convidados a prestar atenção à saúde do cérebro, como forma de utilizar o máximo da nossa inteligência, preservar a memória, evitar o declínio das funções cognitivas e promover a qualidade de vida. A ginástica para o cérebro é uma prática que pode trazer os melhores resultados, sem riscos à saúde.
Na metodologia SUPERA, os alunos aprendem a usar o ábaco, um instrumento oriental que desenvolve a capacidade de foco e velocidade de raciocínio - o curso traz inúmeros outros resultados.
Em colaboração com neurocientistas do Brasil e da Europa, o SUPERA tem um programa completo de desenvolvimento cognitivo que já treinou mais de 40 mil brasileiros.
“Uma das maiores queixas da população, hoje, é a falta de foco e atenção, o que atrapalha no aprendizado e no rendimento de cada um. Vivemos na era da informação, mas não estamos preparados para processar tudo o que recebemos. Por isso, acreditamos que a ginástica cerebral, sobretudo o ábaco, possa ser uma das melhores formas de exercitar o cérebro para lidar com esta realidade”, afirma a neurocientista Carla Tieppo, consultora da rede SUPERA.
A ginástica cerebral pode ajudar, não somente crianças com distúrbios mentais, disfunções neurológicas e instabilidades neuroquímicas, como o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH). Esta é uma prática que veio para ficar na vida das pessoas e pode nos ajudar a chegar à terceira idade com um cérebro saudável e muita qualidade de vida.




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