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Como mudar hábitos destrutivos

Vinicius Nascimento

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Conheça estratégias práticas para ganhar resultados diretamente proporcionais à sua vontade de mudar

Temos por hábito seguir modelos pré-programados para uma infinidade de coisas. Como emagrecer em sete dias, os sete passos para a felicidade, o fique rico em seis semanas e um monte de idéias do tipo. Também queremos ser únicos, ter o modelo de roupa única, a bolsa exclusiva, o passe VIP no show, o celular de última moda. E mais, invariavelmente brigamos com a balança, reclamamos da economia, remexemos as lembranças dos relacionamentos destruídos, contabilizamos os juros dos cartões de crédito, etc. 
Alguns valores estão invertidos. Nosso modo de viver diz muito sobre quem somos - bem mais do que os bens que possuímos. 
Para um resultado de vida que nos agrade, que faça bem para nosso corpo e alma, precisamos entender que o que nos dá prazer de fato, é que nos faz bem. Podemos afirmar que na maioria das vezes somos mais infelizes pelos supostos prazeres que temos e não pelas concessões que acabamos fazendo. Já diz o velho ditado, “o remédio amargo cura a ferida”. De trás pra frente, “aquilo que te dá prazer nem sempre te faz bem”.    
Somos um composto de três partes - espírito, alma e corpo. Funcionamos dentro de padrões trinos, ainda que essa equação seja questionável. Somos formados por hábitos que vão sendo fortalecidos desde o nosso nascimento. E nossos pais têm um papel fundamental na nossa jornada. Quem diz que se fez sozinho, de forma independente, tem manias de grandeza, marcas de orgulho e ingratidão – adjetivos para os rebeldes, tolos e individualistas. As biografias de homens de origem pobre que ficaram ricos, conta-nos que foi o seu próprio trabalho, dedicação e talento que lhe trouxeram as oportunidades. E aí acreditamos e nos inspiramos. Porém, para aqueles que desenvolveram um olhar mais apurado poder-se-á ver que estes famosos empreendedores bem sucedidos, nada mais foram do que beneficiados por uma cascata de eventos que nada ou pouco tem haver com seu talento e dedicação. Foi na verdade um esforço conjugado de pessoas, economia e ambiente. 
E os hábitos não só nos moldam – espiritual, físico e emocionalmente - como também influenciam nossa forma de ver, sentir e se relacionar com esse mundo. E isso determina o quanto somos mais ou menos satisfeitos de fato com nossa vida.

Fatores que influenciam na formação de um hábito


 

Assim é formado um hábito. Um gatilho é acionado por causa de uma recompensa que lhe agrada, e como desejamos mais recompensas, então este gatilho é tantas vezes acionado quanto mais sou recompensado – virando a nossa rotina. Esse ciclo levado de forma desgovernada irá virar um vício, e pelo excesso se tornar tóxico. E, novamente a máxima se comprova, “aquilo que te dá prazer nem sempre te faz bem”. Daí, temos confiança em afirmar que “aquilo que te dá prazer, nem sempre te faz bem, mas o que te faz bem, sempre te dará prazer”.
Para mudar um hábito existem duas etapas – primeiramente a etapa da escolha de uma recompensa ideal, e em seguida, adotar uma técnica de reversão de hábitos.
Quando iniciamos uma transformação, nossas crenças tanto podem nos ajudar como prejudicar. Elas (crenças) se transformam em pensamentos. Esses pensamentos se transformam em palavras. As palavras repetidas se tornam ações. As ações formam hábitos e os hábitos convertem-se em valores que nos levam ao nosso destino. Observe a importância das coisas em que acreditamos. É entendendo como chegamos as nossas crenças atuais que poderemos modificar essa dinâmica da nossa vida. Participar de grupos de apoio e relacionar-se com pessoas com padrões iguais ao que você almeja colabora para manter viva sua boa intenção de mudar.

Na nossa técnica, toda mudança duradoura carece de cinco princípios. Uma vez que se saiba como delinear esses princípios pode-se traçar uma estratégia eficaz.

1º) Identifique os detalhes da formação do hábito – gatilho, rotina e recompensa;
2º) Realize experimentos;
3º) Faça anotações – os pensamentos são caóticos e a escrita é organizada;
4º) Isole o gatilho – entenda a natureza do gatilho. Para isolar o gatilho é necessário observar cinco pontos. Localização; horário; estado emocional; outras pessoas e ações anteriores;
5º) Tenha paciência – tudo que é visível ao longo dos séculos, levou tempo para ser moldado. Alfaces são colhidas em sete dias, bambus em sete anos. Com a alface você sacia sua fome apenas, e com bambus você constrói monumentos e um legado.

Alimente um hábito novo, comece fazendo um novo amigo. Pessoas são raridades que andam sobre a Terra, não existem dois de você ou de um amigo. Seja feliz e seja nobre. Pense como um samurai e aja como um guerreiro. Abraços.

 



Vinicius Nascimento

Coaching e Terapeuta Quântico




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