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A difícil tarefa de amar os defeitos do meu companheiro

Danielle Emboaba

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Começo a matéria falando de amor, pois é preciso muito amor para tolerar os defeitos do outro. Tolerância. Para os que me acompanham, sabem que adoro esta simples palavra - que torna as relações mais fortes. 

Sempre digo aos casais que antes de tudo é preciso ter tolerância. Quanto ao “amor”, as pessoas têm dificuldades de se colocar no lugar do outro. A rotina cansativa nos deixa mais egoísta nos pensamento e mais individualista. Queremos ser entendidos, mas temos dificuldade de entender. Nossos problemas são sempre mais importantes e têm mais significado que os dos outros. Não quero afirmar que devemos aceitar tudo e nos calar. Mas você se casou com a pessoa que escolheu e essa pessoa também erra, tem defeitos como você.  Não somos educados socialmente para enfrentar contratempos e as pessoas enxergam muita dificuldade em lidar com os outros. Alguns comportamentos melhoram e pessoas que se modificam, porém existem modos e situações que é do outro, faz parte dele e não cabe a você modificar isso.
Casamento não é sinônimo de sofrimento, e não é um mar de rosas. Deve ser e estar bom para as duas pessoas.  Não busque a perfeição do outro, busque o companheirismo. Busque o afeto, o carinho. O outro tem seus defeitos, e tem muitas qualidades - que te fizeram seguir o caminho com essa pessoa.
Muitos na terapia se queixam da atitude, do jeito do companheiro. Com o andar das sessões podemos perceber juntos que, ás vezes, a questão é a forma como o indivíduo interpreta as coisas, tornando-as pior. Pense sempre em suas atitudes, pense no melhor que você pode fazer para você e para o seu casamento.

Danielle Emboaba
CRP 06/111898
Psicóloga clínica
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