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O meu encontro comigo mesmo

ANA PAULA BANOV

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Quem sou eu mesmo? Talvez essa seja uma das grandes perguntas da vida... Mais do que responder meu nome, de onde venho, quem são os meus pais, o que faço da vida, a resposta para esta pergunta está muito mais relacionada ao que internamente me explica, me demonstra, quais são minhas verdades e meus valores, ou o que me move. 

Mas será que sei como responder? Será que tenho este conhecimento sobre eu mesmo para saber quem sou? Provavelmente não sei tudo o que sou e, com certeza, tento não mostrar tudo o que sei sobre mim, criando assim um eu ideal, um personagem “perfeito” para apresentar ao meu mundo. E a sensação que temos é que este mundo insiste em enxergar algo que queremos tanto esconder.

Porém, se olharmos bem, este eu ideal que criamos está recheado de expectativas irreais sobre nós mesmos, e por isso, totalmente impossível de ser alcançado. Por não atingirmos estas expectativas, sentimo-nos decepcionados, frustrados e com aquela sensação de que nunca somos bons o bastante, que somos incapazes. Quem nunca se sentiu assim?

Vamos ser sinceros. Se estamos tentando “parecer ser”, este personagem em algum momento ou em vários momentos, vai cometer um deslize, pisar na bola, deixar escapar algo mais verdadeiro. É inevitável. Não dá para fingir ser algo que eu não sou o tempo todo!

O caminho do autoconhecimento é como uma viagem para dentro do meu eu. Vou entrar em contato com meu inconsciente, através dos meus pensamentos e comportamentos nessa. Vou aprender sobre mim e assim me aceitar, me querer bem, me respeitar. E aceitar neste processo significa aceitar também o onde acredito que posso ser melhor, que posso trabalhar para mudar e não ter medo. Afinal, ao longo da vida, vou me formando, tentando me transformar em uma pessoa melhor.

É através do autoconhecimento que crio em mim a possibilidade de ser, sem precisar manipular a vida e as pessoas.
Mafalda, uma personagem argentina criada na década de 60, em uma de suas tiras diz: “Justo a mim, coube ser eu!”. E o que me cabe diante deste destino é buscar este eu e sê-lo em plenitude. Confiar nas minhas escolhas, reconhecer os meus valores, o que me move e me motiva, torna tudo a minha volta mais leve. E a felicidade? Ah, esta será consequência!

Ana Paula Banov
Psicanalista Clínica

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