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Atitudes preventivas para salvar um relacionamento

Danielle Emboaba

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A inclusão de alguns pequenos hábitos pode tornar a vida a dois mais confortável

Cada vez mais percebemos nos seres humanos uma grande dificuldade em lidar com as pessoas. E nos relacionamento não é diferente. 

Um dos grandes desafios para os casais é conseguir manter o relacionamento amoroso, pacífico, sem muitas brigas – imensos incômodos.
Após quatro décadas de estudo, pesquisadores da Universidade de Washington/EUA, conseguiram identificar quatro atitudes bastante tóxicas, mas, apontaram quatro “antídotos” que podem salvar estes casos.

O pesquisador John Gottman e sua equipe acompanharam mais de três mil casais, no “Laboratório do Amor”. Os pesquisadores investigaram comportamentos e atitudes que poderiam levar alguém a encontrar o par perfeito, assim como, no contraponto, prever, com base em algumas características, que recém-casados se divorciariam depois de alguns anos.

Venenos. Foram apontadas atitudes venenosas, destruidoras de um relacionamento. A crítica, o desprezo, a autoproteção e o silêncio.

O primeiro sinal ruim é o excesso de críticas, quando o parceiro sente que sua personalidade ou natureza estão sendo atacadas. Depois, o desprezo, que segundo Gottman é o mais forte presságio da ruína - pensamentos negativos acumulados a respeito do companheiro. Já o comportamento defensivo, auto-protetor, é a atitude de tentar sempre culpar o outro. Por fim, o silêncio, última etapa, quando o parceiro percebe que não consegue lidar com os três sinais anteriores – dá as costas, finge estar ocupado, visa evitar o confronto. Também sofre sobrecarga em todo o seu organismo.

Apenas sobre o primeiro antídoto, é importante demonstrar a insatisfação, mas sem culpar o outro. Um exercício difícil, mas necessário. Estamos acostumados a culpar os outros pelos nossos fracassos, desejos não concebidos e frustrações Por exemplo, em vez de falar: “você sempre fala de você mesmo”, o pesquisador indica mudar a abordagem para: “Estou me sentindo ignorado. Poderíamos falar sobre como foi o meu dia?”. Outra dica é demonstrar estima e afeto pelo parceiro, concentrando-se nas características positivas. Cabem também o assumir a responsabilidade, o ter cautela e paciência, e o ter tolerância.

Gottman indica esperar vinte minutos após o momento de “raiva”. Esse tempo ajuda a reduzir seu ritmo cardíaco, e traz um diálogo menos agressivo.
A terapia individual ou de casal pode ajudar nesse processo de equilíbrio, com outro olhar.  E lembre-se: você só será bom para o outro, se, for bom para você mesmo. Se questione. Você terá um bom relacionamento sim, apenas sendo bom para ele.


 

Danielle Emboaba
CRP 06/111898
Psicóloga clínica
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