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Preguiçoso por natureza, o cérebro precisa de estímulos

Método Supera

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A neurociência já comprovou a capacidade que o cérebro tem de se modificar, aumentando suas capacidades de aprendizagem, memorização e raciocínio.

Assim como o coração, o cérebro precisa de cuidados permanentes. Responsável por todas as atividades que desempenhamos no dia a dia, este é o órgão mais fascinante do corpo humano. Preguiço-so por natureza, o cérebro deve ser estimulado para potencializar sua capacidade de proporcionar a atenção, a memória, o raciocinar e até a habilidade do ser humano relacionar-se.
Por estas e outras razões cientistas e educadores têm se dedicado tanto em estudar o assunto. Este ano, por exemplo, Estados Unidos e Europa anunciaram projetos bilionários para mapear o cérebro e entender exatamente como este gigante funciona.
Nas últimas décadas, no entanto, inúmeras pesquisas já mostraram que exercitar o cérebro é uma forma eficaz de manter e potencializar suas habilidades funcionais. A neurociência comprovou a neuroplasticidade, ou seja, a capacidade que o cérebro tem de modificar-se, criando novos neurônios e restabelecendo conexões neurais através de estímulos adequados. Além disso, alguns estudos revelaram que o cérebro humano tende a iniciar a perda dessas suas capacidades aos 35 anos de idade - o que pode ser evitado com exercícios apropriados para esse cérebro.
A ginástica cerebral, como é conhecida no Brasil, busca benefícios de curto prazo. O ganho de desempenho e superação de dificuldades como a do TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção) e das sequelas de AVC (Ataques Cardio Vasculares), além de benefícios de longo prazo ligados à saúde e à qualidade de vida são alguns exemplos. Ela pode prevenir o declínio mental e o desenvolvimento de doenças degenerativas no cérebro. Em alguns casos a ginástica cerebral pode retardar em até cinco anos o surgimento de sintomas de Alzheimer.
Todas as vezes que estimulamos nosso cérebro com novidades, variedade e grau de dificuldade crescente ativamos diferentes redes neurais assim como a produção de neurotrofinas (dopamina, adrenalina, noradrenalina, endorfina e etc.) que aumentam consideravelmente a quantidade e a qualidade das sinapses (conexão entre os neurônios) desse cérebro, melhorando sua capacidade de processamento e de reserva cognitiva. 
É por isso que as crianças com dificuldades na escola, os adultos que querem ganhar agilidade para resolver problemas do dia a dia e os idosos que desejam manterem-se ativos por toda a vida têm procurado cada vez mais praticar ginástica cerebral - atividades que tiram o cérebro da zona de conforto.


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