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Idoso e a terapia ocupacional

Luciana Buin

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Inseparáveis na conquista de uma sobrevida mais feliz.

 O envelhecimento populacional é um fenômeno mundial. Com isso, há um crescimento mais acentuado da população idosa em relação aos demais grupos etários. Esse grupo de pessoas está chegando aos oitenta, noventa anos. Portanto, é de extrema importância pensar num envelhecimento saudável e relativamente ativo. Viajar, novos amigos, faculdade e até novos amores. Por que não?

Embora o envelhecimento saudável e ativo não signifique chegarmos aos noventa sem dificuldades físicas, as inerentes ao cansaço do corpo e da mente, podemos sim chegar aptos a realizar nossas tarefas do dia-a-dia, nos cuidarmos sozinhos e termos um hobby. Podemos envelhecer com qualidade funcional.

O terapeuta ocupacional trabalha diretamente na garantia dessa qualidade de vida, com o cotidiano do idoso, suas tarefas, seu lazer e principalmente com seu convívio dentro e fora do núcleo da família. É o profissional mais indicado para auxiliar o idoso na manutenção da sua autonomia e vontade.

Uma das queixas freqüentes, por parte dos idosos, é o déficit de memória. O envelhecimento, mesmo na ausência de patologias graves, leva gradualmente a um declínio modesto, mas notável, da memória - é o chamado comprometimento cognitivo leve. Outras doenças, mais presentes em pessoas idosas, tipo o Alzheimer, podem levar a perdas mais significativas de memória. O ideal em ambos os casos é manter a mente ativa e prevenir o declínio das faculdades cognitivas. O terapeuta ocupacional pode proporcionar estratégias, treinos de memória e adaptações na vida diária visando a manutenção do idoso num estilo saudável e ativo de vida.

 

 

Luciana Buin CREFITO-3/ 8654-TO 
Terapeuta Ocupacional 

(19) 3026.7921 | 99786.2090 
Rua Carlos Gomes, 191 
Vila Godoy - Santa Bárbara d’Oeste