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Psicólogo ou psicoterapeuta?

EMANUELE MENDES

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As funções destas áreas da saúde, a importância, suas valorizações e a já ultrapassada discriminação

Mesmo numa era digital, onde podemos encontrar respostas para quase tudo, ainda se tem muito preconceito com as medicinas da mente. Entendemos que a diferença entre psicologia e medicina é que esta tem um conhecimento geral do corpo humano, e através dos sintomas prescreve o respectivo medicamento visando a cura ou melhora da patologia, enquanto que a psicologia é focada na mente humana, visa tratar as causas emocionais da patologia – se elas estiverem presentes. Muitas doenças têm fundo emocional e quem trata a causa para evitar os sintomas é justamente a psicologia, sempre focada no estudo da mente humana e suas reações. Ou seja, tratar a causa muitas vezes dispensa a necessidade de se tratar os sintomas. Tanto é que, existem casos que precisam do trabalho multiprofissional para se chegar à eficácia no tratamento.

Assim como há na medicina suas especializações de pediatria, endocrinologista, homeopatia, psiquiatria, neurologia e outras, a psicologia também possui as suas abordagens, suas especializações, como a psicoterapia cognitivo-comportamental, conhecida como TCC, a do humanismo, a psicanálise, a analítica, a do behaviorismo/comportamental, entre outras. A psicanálise é a única área focada na mente humana que não exige a graduação de cinco anos em psicologia - assim médicos ou outros profissionais podem exercer a psicanálise.

O importante é que o indivíduo saiba o que quer tratar e encontre o profissional mais adequado para o seu caso. Quanto à fiscalização da atividade, para supervisionar os profissionais da psicologia temos o Conselho Federal de Psicologia - CRP, na psiquiatria, o Conselho Federal de Medicina - CRM, na psicanálise, os Institutos Internacionais, como a Associação Internacional de Psicanálise, ou a Associação Mundial de Psicanálise.

E a psicoterapia, por sua vez, trabalha o autoconhecimento, a busca do eu. Quando nos conhecemos fica mais fácil compreender e lidar com as situações do dia a dia. Podemos trabalhar as emoções, nossos pensamentos e o quanto influenciam nossos comportamentos, o quanto nos afetam, o quanto afetam nossa saúde e quem está a nossa volta.

A psicologia ou a psicoterapia clínica não é tratamento para “louco” ou coisa de “doido”, não é “frescura” e muito menos um “jogar dinheiro fora”. Vamos sempre gastar com medicamentos ou buscar alternativas que podem melhorar nossas vidas? Falamos, acreditando de fato, que nossa mente manda e comanda o nosso corpo, e não o inverso. É a “mens sana in corpore sano” (uma mente sã num corpo são), de Juvenal.


 

Emanuele Mendes
CRP 06/109101
Terapia Cognitivo-Comportamental - Crianças/Adolescentes/Adultos
Pós-graduada e Especialista em Orientação Profissional
Testes em Orientração Profissional
Especialista em Terapia Infantil
Aplicação de testes WISC e WAIS
Auriculoterapia Francesa

 

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