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O Inconsciente. Esse fantástico “des” conhecido!

ANA PAULA BANOV

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Quando decidimos nos conhecer por inteiro, estamos no caminho certo

Já parou para pensar no por que você, repetidamente, age ou reage da mesma forma? Ou por que você toma decisões, ou não toma, sempre seguindo um padrão? Parece que somos levados por “um não sei o quê”. E este “não sei o quê” é o nosso inconsciente. A forma como agimos, as opiniões que emitimos, como falamos, as decisões que tomamos são algumas das formas pelas quais nosso inconsciente se expressa.

A premissa fundamental para a psicanálise é a divisão do nosso aparelho psíquico entre consciente e inconsciente. Para explicar melhor vamos citar Sigmund Freud (1856-1939): “Não somos apenas o que pensamos ser. Somos mais: somos também o que lembramos e aquilo que nos esquecemos. Somos as palavras que trocamos, os enganos que cometemos e os impulsos a que cedemos ‘sem querer’.”

Assim, o inconsciente está na palavra usada ou no silêncio, está no choro espontâneo ou contido, na postura corporal, no não dito, nos lapsos, atos falhos, sonhos e, por que não, nos nossos sintomas e doenças. É ele que nos protege, nos sabota, que nos impede de fazer o que tem que ser feito ou nos empurra a fazer o que não deveríamos.

E como isso acontece? Citando Freud novamente: “A voz do inconsciente é sutil, mas ela não descansa até ser ouvida”. Nossos pensamentos são gerados pelo conjunto dos nossos aprendizados, traumas, vivências e experiências desde o nosso nascimento e é no inconsciente que tudo isto fica guardado.

Não é possível apagar todos esses registros, ignorar nossa história, então não há como negar ou dar pouca importância ao inconsciente, porque quanto mais o ignorarmos, mais ele se tornará forte e dominante. Melhor fazer as pazes com ele e isto só é possível através do autoconhecimento e da análise.

Quando decidimos conhecer-nos por inteiro, aprendemos mais sobre quem somos, e nos permitimos ser mais humanos, aceitando nossos desejos. É olhando para nosso lado mais obscuro e aceitando-o que podemos dar espaço para nosso melhor lado e assim evoluirmos como pessoa.

Só depende de você a decisão de se aventurar por este seu lado “des” conhecido! Você não vai se arrepender. Boa viagem.

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Ana Paula Banov

Psicanalista Clínica

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