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O maior atrativo – a regeneração das lesões ortopédicas

ANDRÉ PARAÍSO FORTI

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A ciência não para. E a recuperação de tendões, músculos, ossos e outros tecidos estão em evidência. Uma infusão autóloga, sem chance de rejeição

Conhecida como PRP nos meios médicos, é a sigla que resume o termo "Plasma Rico em Plaquetas", e consiste em uma técnica que usa a aplicação de fragmentos celulares e células do sangue do próprio paciente para acelerar a regeneração de uma área lesionada. Trata-se de um procedimento simples, não imunogênico e de custo relativamente baixo. Tem sido descrito com sucessos clínicos notáveis. O objetivo é ajudar o processo natural de cicatrização dos tecidos. Muitas partes do nosso corpo apresentam lesões crônicas que se desenvolveram em boa parte por problemas na vascularização e nutrição. Um exemplo disso são os tendões que, normalmente, não têm grande quantidade de vasos sanguíneos. Isso faz com que eles não tenham um expressivo potencial de cicatrização quando sofrem lesões. As plaquetas podem ser excelentes auxiliares na cicatrização destes tecidos. E hoje são recomendadas em muitas das situações clínicas. Nas tendinites crônicas como de cotovelo, joelho, quadril, tornozelo e outros pontos, nas rupturas parciais de tendões, de Aquiles, tendões do joelho, nas lesões musculares crônicas, quando nenhum outro tratamento clínico obtém sucesso, como auxiliar ao tratamento de defeitos de cicatrização de fraturas, as chamadas pseudo-artroses, como tratamento alternativo intra-articular nas artroses iniciais de joelho, em conjunto com outras terapias, em cirurgias de reparo de tendões e ligamentos do joelho, e, como auxiliar ao tratamento das lesões de cartilagem do joelho. 

O PRP consiste na injeção de componentes do sangue do paciente diretamente na área lesionada, o que estimula a regeneração no local, repara músculos, ossos e outros tecidos. O maior atrativo, dizem os pesquisadores, é que a técnica ajuda a regenerar as lesões ortopédicas, o que pode reduzir o período de reabilitação e assim evitar a necessidade de cirurgia.
Desde que chegou ao Brasil o PRP já beneficiou as atrizes Cláudia Raia, Glória Menezes e Tarcísio Meira, Angela Vieira, Leandra Leal, Isabella Garcia e bailarinos como Cecília Kerche - além de centenas de atletas.
Outro ponto favorável ao Plasma Rico em Plaquetas é que não existe chance de rejeição ou de reação alérgica, porque a substância é autóloga, o que significa que vem do corpo do paciente. A injeção porta risco muito menor de infecção do que uma incisão, e não deixa cicatriz. A sessão de tratamento dura apenas trinta minutos, e o tempo de recuperação posterior é consideravelmente mais curto que o necessário numa recuperação pós-cirúrgica.


 

Dr. André  Paraíso Forti  - CRM 86.903
Ortopedia, Traumatologia e Medicina Desportiva, Graduação PUCCAMP, Especialização e
Pós-Graduação pela Escola Paulista de Medicina.



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