logotipo

A perda auditiva no adulto

Luciana Ramos

Gostou? Compartilhe!

Compartilhar em FacebookCompartilhar em Google PlusCompartilhar em StumbleuponCompartilhar em TwitterCompartilhar em LinkedIn

Junto com a perda auditiva não tratada vêm dezenas de possíveis problemas no cotidiano

perda auditiva é um dos problemas mais comuns no mundo, e também um dos mais fáceis de tratar. Independen-temente das causas que levam a perda auditiva, os efeitos sobre o desenvolvimento da fala, na linguagem, no pensamento e emoções tem sido cada vez mais mensurados em estudos científicos. Hoje, uma em cada seis pessoas tem perda auditiva. Em adultos com 75 anos ou mais, 50% possuem alteração na audição. O envelhecimento traz déficits de processamento auditivo, que interferem na comunicação e proporcionam situações de distração, perda de memória, quedas e outros acidentes. 

MEMÓRIA E PERDA AUDITIVA. Os adultos com perda auditiva são mais propensos a desenvolver problemas no pensar e no lembrar. A alteração de audição pode forçar o cérebro a dedicar grande parte de sua energia para o processamento dos sons. A deficiência na capacidade cognitiva chega 3,2 anos mais cedo, em média. Ocorre um declínio entre 30% e 40% na habilidade de pensar.

DEMÊNCIA E PERDA AUDITIVA. Os idosos com perda auditiva são mais propensos a desenvolver demência ao longo do tempo. Os adultos com perda auditiva leve são duas vezes mais propensos a desenvolver a demência, com perda auditiva moderada são três vezes mais propensos, e, os adultos com perda auditiva severa são cinco vezes mais propensos em desenvolver demência.

QUEDAS E PERDA AUDITIVA. As pessoas com perda auditiva leve são três vezes mais propensas a ter histórico de quedas. A cada dez decibéis adicionais de perda auditiva aumentam as chances de uma queda em até 1,4 vezes em relação ao risco inicial.

SAÚDE MENTAL E PERDA AUDITIVA. A perda auditiva resulta em isolamento social. Os adultos com perda auditiva não tratada tendem a deixar de se envolver com a família e amigos. Os adultos com 50 anos ou mais, com perda auditiva não tratada, são mais propensos a depressão, ansiedade, raiva e frustração, instabilidade emocional e paranóia, e, são menos dispostos a participar de atividades sociais do que aqueles que usam aparelhos auditivos. O grau de depressão e outros problemas de saúde mental ou emocional também aumentam com a severidade da perda auditiva.

ZUMBIDO E PERDA AUDITIVA. Em 90% dos casos, zumbido é sinônimo de perda auditiva. As causas mais comuns de zumbido são: exposição ao ruído, envelhecimento, lesões na cabeça e efeitos colaterais de medicação. Os amigos e familiares percebem a perda auditiva antes mesmo que a pessoa.

Fonte: Saúde Auditiva/Starkey




Luciana Ramos
CRFa. 5910
Fonoaudióloga do Amplus do Brasil




(19) 3461.0053 | 3604.8458

R. Presidente Vargas, 655
Vila Medon - Americana