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Estudo Comparativo entre a escleroterapia convencional e a escleroterapia com esclerosante em baixa temperatura no tratamento das telangiectasias dos membros inferiores

LUCIANA MARCOLINO FORTI

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Tese apresentada a Universidade Estadual de Campinas para obtenção do título de Doutor em cirurgia

Um tratamento com possibilidade de substituir a escleroterapia convencional deve oferecer resultados mais rápidos, menor dor no procedimento, menor índice de complicações e custos semelhantes. A crioescleroterapia associa à ação do esclerosante a ação lesiva do frio.
Em estudo controlado, prospectivo e randomizado, com 20 voluntários, foi comparado a escleroterapia com a crioescleroterapia, com glicose a 75% como esclerosante.
A vantagem principal da técnica de crioescleroterapia é potencializar a ação do esclerosante, gerando maior lesão ao vaso, que é o objetivo final do procedimento, sem aumentar os riscos.
Efeitos favoráveis adicionais foram observados: o esclerosante fica mais tempo em contato com a parede interna do vaso, acrescentando à ação lesiva do frio o potencial químico do esclerosante, isto ocorre pelo aumento da viscosidade da glicose e pela vasoconstricção obtida com a baixa temperatura. A vasoconstricção diminui o sangramento e o aparecimento de hematomas e, portanto, há um menor índice de manchas após o procedimento. A diminuição da dor durante a crioescleroterapia ocorre por haver ação analgésica do frio.
A conclusão do referido estudo é a de que a crioescleroterapia oferece resultados mais rápidos, apresenta menor dor durante o procedimento, tem menor índice de complicações e apresenta também baixo custo.     Portanto, pode substituir com vantagens a técnica de escleroterapia convencional, utilizando-se a glicose a 75% como esclerosante.
Tal procedimento é possível utilizando-se um equipamento onde é colocado o líquido esclerosante, a seringa e até mesmo a agulha. Este equipamento muito semelhante a um pequeno freezer, tem capacidade de alcançar - 40 graus em alguns minutos, e para que se mantenha esta temperatura baixa no procedimento, é utilizada uma capa isolante térmica, na qual a seringa é envolta. O procedimento atinge a plena finalidade a que se propõe.

 



Dra. Luciana Marcolino Forti  - CRM 89.117
Angiologia e Cirurgia Vascular
Sociedade Brasileira de Angiologia e
Cirurgia Vascular

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