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Perca o medo da Psiquiatria

JAIRO DE OLIVEIRA ASSUMPÇÃO

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É preocupante o fato de as pessoas se manterem longe da psiquiatria – o cérebro pode estar precisando dela

Tomar a decisão de ir se consultar com um psiquiatra é algo extremamente difícil. No entanto, se dar a esse direito pode significar o momento mais importante de uma vida. É na psiquiatria que a saúde mental vai receber a devida atenção – o mais valioso cuidado. 

No decorrer da vida todos estamos sujeitos a situações difíceis. Perda de um ente querido, fim de um relacionamento, o desemprego, o descontrole com determinadas substâncias e dezenas de outras coisas. Nestes momentos é bastante comum que tenhamos comprometida parte da nossa saúde mental. E o reflexo recai na vida social, com a família e nas ocupações do dia a dia. O desequilíbrio momentâneo pode acometer nossa vida. Pode se instalar o transtorno depressivo, transtornos de ansiedade - pânico, toque, fobia, etc., o alcoolismo, a dependência das drogas, o transtorno bipolar, esquizofrenia e outras hipóteses.

A homossexualidade, a dificuldade no relacionamento em casal, o uso de drogas, o estranhamento no ambiente de trabalho, são situações que podem levar as pessoas a um grande sofrimento emocional. Quão desafiador assumir-se homossexual, e enfrentar o medo da rejeição dos familiares, da sociedade. Nos relacionamentos afetivos temos mudanças constantes e muita dificuldade de se expressar de forma saudável em relação ao novo pensar, ao novo sentir e comportar-se. Isto tem gerado formas saudáveis ou não de relacionamentos entre homens e mulheres. E quando há desemprego, pode-se incorrer numa significação assimétrica, um tanto distorcida, com instabilidade emocional para a família.

Procure não se recriminar, tanto nos sentimentos dolorosos quanto nos prazerosos. A vida é linda, a viagem é curta. Podemos vivê-la, saboreá-la. Não mate a sede com miragens. Siga seu caminho. Viva e aprenda. Um destino certo para a liberdade. Com a paz interior as ilusões da vida serão apenas lições de casa. Na prova final, todos nós passamos.

 

Reflexão

A vida, como toda viagem, tem começo meio e fim. 

Na vida alguns dizem não a vida, querendo se livrar da dor imensa que o momento atormenta. 
Compreensível, mas injustificável. 
Viver a vida na sua totalidade é difícil, mas muito bom. 
Tem-se que perceber que o difícil nem sempre é sofrimento. 
Entender um sofrimento não é aceitá-lo, mas sim tornar-se livre - com sabedoria. 
Se dê o direito de ter na sua vida tudo o que ela possa lhe oferecer. 
Fazer da vida um resumo é tirar-lhe o direito de contar sua história, em detalhes. 
Um detalhe pode fazer a diferença entre um sim, ou um não, para a vida. 
Seja livre e diga sim à vida, sempre. 
Ela sempre vai te agradecer. 
Boa viagem.



Dr. Jairo de Oliveira Assumpção - CRM 54227
Psiquiatria Clínica