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Diabetes tipo I + estratégia alimentar = glicose em jejum e hemoglobina controlada

CAMILA CODOGNO GALENO

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O diabetes tipo I acontece quando a produção de insulina do pâncreas é insuficiente, pois suas células sofrem de destruição autoimune.

O pâncreas perde a capacidade de produzir insulina em decorrência de um defeito do sistema imunológico, fazendo com que nossos anticorpos ataquem as células que produzem esse hormônio. Esses pacientes precisam de aplicações de doses diárias de insulina para ficarem vivos. A patologia é mais comum em crianças, adolescentes ou adultos jovens.     Uma vez aplicada a insulina, a glicose presente no sangue chega às células e poderá ser estocada ou usada como fonte de energia. Quando há pouca ou nenhuma insulina, há excesso de glicose no sangue, o diabetes tipo I. Os principais sintomas da diabetes tipo I são: a) vontade de urinar diversas vezes durante dia e noite; b) fome frequente às vezes até excessiva; c) perda de peso rápido; d) sede constante; e) fraqueza; f) fadiga, canseira; g) mudanças de humor; h) nervosismo; i) náusea, vômito. A investigação se dá através de exames laboratoriais bioquímicos. 

A diferença expressiva entre o diabético I e II é que no tipo I, há propensão genética, e, no tipo II, é uma consequência de maus hábitos alimentares, sedentarismo e obesidade. O tratamento nutricional é acompanhado do médico especialista em endocrinologista – para prescrições do tipo e doses de insulina, e, dos horários de aplicação. A partir dai, a nutricionista inicia o planejamento nutricional, que visa o controle glicêmico diário através do relatório de alimentação diária. Os alimentos nesse controle têm baixo índice glicêmico, distribuição energética para o dia correlacionada com o pico de ação da insulina. Pessoas com diabetes devem evitar os açúcares comuns presentes nos doces e nos carboidratos - massas e pães - que possuem índice glicêmico alto. Quanto mais açúcares, maior a taxa de glicose no sangue. Os carboidratos devem ser em proporções adequadas para cada paciente. A avaliação antropométrica oferece base para a construção de um melhor tratamento.
Atividades físicas são essenciais para manter o nível de açúcar controlado. Dada a patologia é necessário a presença de um educador físico. Deve-se verificar a taxa de glicose antes do início da atividade e depois escolher o melhor alimento a se consumir.
As complicações pelo descontrole da taxa de glicose no diabetes tipo I, combinada com uma alimentação inadequada podem vir na forma de hipertensão, retinopatia diabética, arteriosclerose, nefropatia diabética, neuropatia diabética, pé diabético, infarto do miocárdio, e AVC.


 

Camila Codogno Galego - CRN3 – 37415
Nutricionista esportiva e clínica
Obesidade Infantil     
Atendimento particular e convênios Doctor, Easymed e Funerária Bom Pastor



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