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A evolução das dietas

ADRIANA AZANK

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Por que como pouco e engordo? Por que como bem e de tudo e não engordo? Por que tenho colesterol alto se minha alimentação é perfeita?

Perguntas como essas são comuns e muitas vezes ficam sem respostas, ou melhor, ficavam.
Com o avanço das metodologias de estudo da biologia molecular e do mapeamento de genes humanos (genoma) tornou-se possível identificar interações entre genes e nutrientes, o que resultou no surgimento de duas áreas de pesquisa: a nutrigenética e a nutrigenômica.
A nutrigenética estuda o efeito da variação genética na relação entre dieta e doença. Diante de uma dieta ela identifica os genes responsáveis por diferentes respostas enquanto a nutrigenômica se refere ao estudo de como certos compostos atuam na modulação da expressão dos genes. Com isso tornou-se possível usar as informações do DNA para definir planos alimentares individuais para diferentes objetivos, como perda de peso ou ganho de massa muscular por exemplo.
Por meio desses exames sabemos quanto a dieta deve ter proporcionalmente de proteína, carboidratos e gorduras e ainda avaliar a capacidade do corpo em reagir aos alimentos e ao treinamento físico. Entre diversas informações, estão as respostas a gordura saturada (presente em queijos, sorvete e maionese, entre outros alimentos), ao metabolismo da cafeína, a intolerância à lactose, ou metabolização do álcool pelo organismo, “indicações que comprometem toda progressão e sucesso de uma dieta”, diz a nutricionista clínica e esportiva Adriana Azank, que se especializou em Alimentos Funcionais e Nutrigenômica. A nutricionista é capacitada por uma das empresas de biologia molecular de maior renome na Europa para iniciar a aplicação dos testes de forma pioneira na região.

Adriana explica como funcionam esses testes:

Quais são as vantagens desses exames?
A maior vantagem é a personalização da dieta levando-se em conta as diferenças escritas no patrimônio genético de cada um de nós. Descobrir o perfil genético de cada indivíduo, e com isso a capacidade do seu corpo em reagir ao consumo de certos alimentos e treinamento físico, nos dá uma direção fundamentada para obter resultados muito mais consistentes, seja na perda de peso, ganho de massa muscular ou melhora da saúde.

Como são feitos esses exames?
Os exames são feitos por meio de uma coleta simples de saliva. A única orientação se resume a não ingerir nenhum tipo de alimento ou bebida trinta minutos antes da coleta.

O teste pode ser feito por qualquer pessoa?
Pode e deve ser feito por qualquer pessoa uma vez na vida.

Quanto tempo demora para o exame ficar pronto?
O resultado fica pronto em cerca de quarenta e cinco dias uma vez que a amostra colhida é enviada ao exterior para análise em laboratórios especializados em biologia molecular. O relatório com os resultados é entregue pessoalmente e explicado em detalhes ao paciente para que todas as informações sejam aproveitadas e incorporadas na sua rotina.

Qual o investimento desse processo?
Os valores variam quanto ao tipo de teste e número de variáveis genéticas avaliadas. Existem versões mais simples e acessíveis que informam apenas qual dieta ideal a seguir. Neste caso o investimento é de cerca de R$1.100,00. Painéis mais completos, que detalham a maneira como o corpo reage aos alimentos, a velocidade do metabolismo, tendência a acumular gorduras, as respostas do corpo á atividade física (exercício aeróbio ou de força), etc., saem em média R$2.300,00. Todos os valores podem ser parcelados.

Como funciona a dieta que usa as informações do DNA?
Usar as informações gravadas no código genético para montar uma dieta parece ser uma escolha lógica. Por exemplo, se o corpo metaboliza mais devagar o carboidrato, a chance de acúmulo de peso é maior. Portanto, no cardápio a ser formulado, reduz-se a ingestão deste nutriente e a pessoa perderá peso com mais facilidade, ou ainda, aquele que carrega um gene associado à ingestão de sódio e maior risco para hipertensão arterial deve ser orientado a reduzir a ingestão desse mineral na dieta para prevenir ou controlar a doença. A partir desses resultados é possível definir a dieta de forma mais assertiva, equilibrando a distribuição dos nutrientes e otimizando o funcionamento do metabolismo, o que proporcionará um emagrecimento saudável com a substituição da massa gorda por massa magra, evitando o tão temido “efeito sanfona”. Além disso, conhecer essas variáveis possibilita evitar, por meio da alimentação correta, doenças de caráter genético como doenças autoimunes, câncer, diabetes, etc.

Visando aprimorar ainda mais os aspectos da dieta individualizada e tornar os cardápios de seus pacientes cada vez mais específicos e exclusivos, a nutricionista também oferece um teste rápido que identifica intolerâncias alimentares e está revolucionando as dietas funcionais.

 



Adriana Azank - CRN3 27649
Nutricionista Funcional Clínica e Esportiva com Ênfase em Nutrigenômica -
Membro do Instituto Brasileiro de Nutrição Funcional


(19) 99142.4766
Rua Peru, 636 - sala 111 - Ed.Win Office Tower - Frezzarim, Americana
www.adrianazank.com
 @aanutri