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O DIAGNÓSTICO 3D EM ORTODONTIA

CLAUDIA REGINA FURLAN ROMI

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Bastante relevante para a precisão dos procedimentos ortodônticos

O processo de diagnóstico e planejamento em Ortodon-tia se inicia assim que o paciente chega para a consulta, quando um bom exame clínico e a anamnese já nos dizem muita coisa. Porém, necessitamos de exames complementares tais como modelos, fotos e radiografias do paciente.
Desde que Roentgen descobriu os Raios-X em 1895, a ciência vem tentando aperfeiçoar a obtenção de imagens. Entre os anos 90 e 2000 já se podia contar com os tomógrafos computadorizados de feixe cônico – TCFC, o Cone Bean. Nos últimos anos, tais imagens digitais já estavam consagradas, por exemplo, para a especialidade de Cirurgia Buco-Maxilofacial, fato que permitiu aos cirurgiões-dentistas planejarem com maior acuidade e previsibilidade as cirurgias da face.
Essa realidade agora chega até a Ortodontia, onde diagnósticos antes feitos com base em imagens bidimensionais, provenientes de radiografias convencionais, agora podem ser feitas através de imagens digitais que não possuem nenhuma distorção e nem sobreposição de estruturas.
Com softwares específicos, podemos ver o complexo maxilo-facial do paciente nos três planos do espaço: altura, largura e profundidade. Podemos também “passear’” pelo crânio reconstruído tridimensionalmente ou ainda “fatiá-lo” para observar somente a região de interesse.
A imagem digital é especialmente importante para observamos as articulações temporo-mandibulares (ATMs) e as assimetrias ósseas do crânio, além de ser muito útil nos achados inesperados como, por exemplo, as calcificações nas artérias carótidas, e, para observarmos as vias aéreas, nesse último caso, podendo inclusive servir para a definição entre um tratamento ortodôntico conservador ou uma cirurgia ortognática. Muito importante ainda é que pode-se ver a espessura das tábuas ósseas, o que nos possibilita planejar a instalação de dispositivos de ancoragem provisórios (mini-placas e mini-implantes) e/ou saber o quanto podemos movimentar os dentes.
Outro benefício é que as imagens obtidas podem dar origem a modelos físicos a partir do processo conhecido como prototipagem.
As vantagens são inúmeras e, além disso, a quantidade de radiação é similar a das radiografias convencionais. O tempo total do exame varia de 10 a 40 segundos e o custo já é acessível à população. Com as imagens digitais, os ortodontistas podem fazer diagnósticos em tempo recorde e à distância e ainda fazer discussão de casos com outros especialistas.
Estamos diante, portanto, de uma revolução no diagnóstico e consequentemente de tratamentos mais assertivos, menos traumáticos e mais eficientes.


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DRA. CLAUDIA REGINA FURLAN ROMI
CROSP 41.821
Ortodontista

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