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SÍNDROME DO RESPIRADOR BUCAL

Patrícia Christofoletti Rossetti

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Além de afetar a fisiologia, pode causar sérios danos no emocional

Para compreendermos melhor o que seria a pessoa respirador bucal, vamos classificá-los.
Os respiradores bucais funcionais são pacientes que recebem tratamentos de diversos profissionais, geralmente operam as amigdalas e adenoides. Apresentam quadros com secreção, repetitivos, mantém a boca aberta em virtude de uma postura viciosa. Ainda que removidos os obstáculos mecânicos, ou patológicos, mantêm a boca aberta – fixação pelo tempo. Problema com o selamento labial. Ortodontista, por aparelhos funcionais, mais fonoterapia, podem ajudar a quebrar esse padrão.
Já os respiradores bucais genuínos são pacientes com obstáculos mecânicos, que os impede de respirar normalmente pelo nariz. É a atresia - maxilar superior muito estreito – ou, o retrognatismo – maxilar inferior muito curto, postura para traz, tamanho e postura da língua, adenoide e amigdalas hipertrofiadas. Tratamento por correção óssea, uso de aparelhos ortodônticos, médicos otorrinolaringologista, fonoaudiólogos e outros.
Com os respiradores bucais impotentes funcionais ocorre a respiração bucal por disfunção neurológica. Carecem de cuidados especiais, acompanhamento psiquiátrico, mais difícil de tratar, necessitando de enorme colaboração de toda uma equipe.

Tratamento
Como sempre, multidisciplinar, com avaliação médica, odontopediátrica, ortodôntica/ortopédica funcional, fonoterápica, nutricional, dentre outras. Avaliações importantíssimas para adultos que, sendo respiradores bucais e até com quadro de apneia, não conseguem se perceber.

O que observar num respirador bucal

Nariz: é comum as narinas serem estreitas ou mal desenvolvidas.
Fossas nasais: cavidades que se comunicam com a nasofaringe. O palato apresentando-se ogival - céu da boca estreito – com passagem de ar diminuída.
Seios da face: redução de função e risco de infecção, como sinusites.
Cavidade bucal: além do mastigar, falar, beber, sorrir atende ao respirar. Mas, o ar não entra filtrado. A criança pode até se dar mal na escola, ter problemas emocionais.
Lábios: no respirador bucal há carência de tônus muscular, lábios sem cor, sem função, com postura incorreta, eversão ou retrusão, dentes incisivos para fora.
Língua: mesmo sendo um órgão muscular bastante móvel, há a hipotonia - deixa a fala de “s” e “z” confusa. Trabalho para o ortodontista, uma barreira mecânica, mais, o fonoaudiólogo.
Assim, a síndrome precisa ser tratada com abordagem interdisciplinar, com a importância que se deve, uma vez que afeta demais a qualidade de vida da pessoa.



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DRA. PATRÍCIA CHRISTOFOLETTI ROSSETTI
CRO 51889
Cirurgiã dentista; Ortodontista; Curso multidisciplinar de dor no HC; Acupunturista pela São Leopoldo Mandic e Membro da Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor - SBED


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