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O primeiro ano de vida

SALETE RODRIGUES CANDIDO

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Da infância a fase adulta, mais saúde para o pet e tranquilidade para você

No primeiro ano de vida dos cães e gatos ocorrem muitas transformações. O bebezinho cresce se desenvolve e passa a ser um pet adolescente, seu esqueleto e órgãos internos já totalmente desenvolvidos, sua dentição toda de leite já caiu e, então, um ano de vida com a dentição permanente. Já é capaz de acasalar e gerar filhotes. O primeiro ano de vida pet equivale aos nossos primeiros quinze anos.

Nesses vinte e dois anos de rotina clínica, foi possível ver como as pessoas ficam inseguras quando adotam ou compram um filhote. Medo e dúvidas são normais, afinal é um bebê tão dependente - precisamos alimentá-lo, educá-lo e protegê-lo. Não têm noção alguma do perigo, comem tudo que encontram pelo chão, passam pelo portão sem medo de serem atropelados, de se perderem, serem roubados. Mordem fio de eletricidade. Conseguem deixar todos da família mobilizados, e, apaixonados com tamanha “fofura”.
Nessa fase é muito importante a orientação de profissionais, que auxiliarão desde a preparação da casa para recebê-los, no manejo alimentar - que no primeiro ano muda mês a mês de acordo com o crescimento e peso, nas orientações de educação e socialização com a família e outros pets, nas orientações de higiene.
Os pets também podem nascer com problemas hereditários, com problemas congênitos, advindos do momento do nascimento, e, podem adquirir problemas durante a vida, de acordo com suas predisposições raciais ou conformação física – como os “salsichinhas” ou os de “focinho achatado”. Quando detectamos com antecedência tais predisposições, podemos prevenir problemas futuros e evitar ou adiar estas patologias. Também é a idade que iniciamos a imunização para prevenir as doenças infectocontagiosas. Podemos orientar sobre as maneiras eficazes de protegê-los contra doença do carrapato, das pulgas e dos mosquitos, sobre brincadeiras e rotina de exercícios e como tentar manter sua coluna e articulações preservadas, como detectar problema de nascença, orientar sobre a castração e a anestesia geral. E assim entregar para o tutor um planejamento para que o pet seja saudável e feliz, que cresça e se desenvolva com todo amor e cuidado, e que neste primeiro ano de vida cheio de transformações tenha todo o respaldo de quem entende do assunto, o médico veterinário. Informe-se, busque indi-cação e escolha uma equipe veterinária que te acompanhe nesta jornada.
Assumir um filhote em casa é assumir uma grande responsabilidade, que vai trazer muitas alegrias, sustos, risos, gastos, prazer, incertezas, divertimento com certeza. Ele vai dar trabalho, mas também uma sensação de coração invadido pelo maior sentimento de amor mútuo – o que não sabemos explicar, apenas sentir.


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Salete Rodrigues Candido
CRMV-8764
Médica Veterinária e Diretora da L&M Hospital Veterinário


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