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Gatos, companheiros adoráveis

Raissa Stock

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Saiba mais sobre seu comportamento e história 

Existem muitos mitos e crenças sobre a história dos bichanos. Sabemos que ele foi domesticado a 9.000 anos atrás na ilha de Chipre, próximo ao Egito, e foi associado a deusa Bastet, humana com cabeça de gato, que se caracterizava pela sua fertilidade, beleza e feminilidade. Em algumas culturas e religiões ele é considerado como símbolo de boa sorte, fartura e proteção. 

De acordo com a sua origem existem dois tipos de gatos: o de origem africana (Feliz Lybica Tristami) que  são gatos mais  carentes e que miam muito - entre eles estão o gato Siamês e o gato preto,  e, os de  origem européia (Felis Silvestris) que são gatos mais lerdos e menos dependentes - entre eles estão o gato persa  e o gato exótico. 
Hoje, podemos ver quatro tipos de gatos com comportamentos bem diferentes. O gato de vida selvagem costuma ser feroz, independente, totalmente ignorado pelas pessoas. Não são muito vistos, talvez pela distância que procuram manter de seres humanos. O gato errante e sem proprietário não é sociável com as pessoas, só depende do humano pela comida. Geralmente vivem em bandos e são alimentados pela vizinhança - não permitem maiores aproximações de humanos. O gato domesticado, errante e sem proprietário, é sociável com humanos. Sua alimentação depende de nós. São os gatos abandonados, de rua que entram na nossa casa apenas para se alimentar – fogem na primeira oportunidade. E, o gato de estimação domesticado, vive com o proprietário da casa, tendo ou não acesso à rua. Vive bem dentro de casa, gosta da companhia das pessoas. Mudanças sutis no seu “território” – coisas ou pessoas - podem mudar seu comportamento. 
Quando temos mais de um gatinho em casa podemos ter duas situações. Eles podem fazer amizade entre si, conviver muito próximos, dormir juntos, comer no mesmo comedouro, etc. Suas manifestações de amizade são toque no nariz, amassar com as patas e brincadeiras. Outra situação é quando eles não fazem amizade entre si. Mal se aproximam mesmo que vivam por anos no mesmo ambiente. Ignoram a presença do outro e às vezes ocorrem brigas e agressões. Há ainda as particularidades da marcação do território e da comunicação verbal e postural peculiares deles. 
Deve-se tomar o cuidado e não humanizar nem comparar o comportamento dos gatos com outros animais. São espécies e famílias diferentes, por isso nunca devem ser comparados e nem tratados da mesma forma. 
É muito mais fácil e prazeroso conviver com os bichanos quando entendemos o comportamento deles.


 

Dra. Raissa Stock - CRMV/SP-32338
Médica Veterinária
Clínica Médica e Cirúrgica de cães e gatos
Especialista em Medicina Felina




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